Segundo Carlim, durante o bate-boca acalorado, Albuquerque fez gestos com as mãos insinuando que o colega falava muito e, em seguida, emitiu sons semelhantes aos de um macaco. O vereador que votou contra o projeto afirmou ter se sentido constrangido e ofendido com o episódio, principalmente por ocorrer no mês de comemoração do Dia da Consciência Negra.
Por outro lado, Albuquerque negou qualquer ato de racismo e se defendeu afirmando que é “pardo, filho de pai negro” e que o som emitido não tinha nenhuma relação com racismo, mas sim com a intenção de mostrar que o vereador falava muito. Em uma carta aberta publicada em suas redes sociais, Lincon reafirmou sua inocência e se colocou à disposição para cooperar com investigações sobre o caso, pedindo que a comunidade aguarde o resultado das investigações antes de tirar conclusões definitivas.
As acusações de racismo levantaram um debate sobre a postura dos vereadores e a postura da Câmara Municipal de Planaltina diante de alegações de preconceito racial. Enquanto Carlim enfatiza a importância da conscientização da população em relação ao racismo, Albuquerque ressalta suas origens e nega qualquer ato discriminatório.
Diante dos acontecimentos, a sociedade e a política local aguardam o desenrolar das investigações para esclarecer os fatos, enquanto a discussão sobre racismo e respeito à diversidade segue em pauta. Por se tratar de uma denúncia séria, a polêmica ganhou destaque nas redes sociais e está sob escrutínio público, aguardando um desfecho imparcial e justo.