Além da presença do ChatGPT, a lista contou com a participação de uma personalidade brasileira: Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima. A revista Nature esclareceu que a lista não se trata de uma premiação ou ranking, mas sim de histórias e pessoas importantes para a ciência em um determinado ano.
De acordo com a publicação, a inclusão do ChatGPT na lista se deu devido às maneiras pelas quais a inteligência artificial está transformando a condução e disseminação de pesquisas, além dos impactos que a ferramenta está causando na sociedade. Richard Monastersky, editor da Nature, destacou a influência do ChatGPT em toda a ciência e sociedade, ressaltando que a ferramenta está alterando o desenvolvimento e o progresso da ciência de forma profunda.
Além do ChatGPT e de Marina Silva, outras personalidades também foram citadas na lista da Nature. Entre elas, destaca-se Annie Kritcher, física da US National Ignition Facility, que auxiliou no desenvolvimento de experiências que desencadearam uma reação de fusão nuclear capaz de gerar mais energia do que consome.
A lista também incluiu Eleni Myrivili, primeira oficial-chefe global de calor das Nações Unidas, e Ilya Sutskever, cientista-chefe da OpenAI, responsável pelo desenvolvimento do ChatGPT. Além disso, pesquisadores relevantes em suas áreas, como James Hamlin, Halidou Tinto, Kalpana Kalahasti, Katsuhiko Hayashi, Svetlana Mojsov e Thomas Powles, foram reconhecidos pela revista.
A inclusão do ChatGPT na lista da Nature representa um marco na evolução e reconhecimento da inteligência artificial na comunidade científica. Além disso, a presença de Marina Silva reflete a importância das políticas ambientais em um contexto global. A lista histórica da Nature reforça a relevância e diversidade das personalidades e conquistas que impactam significativamente a ciência e a sociedade.






