O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, expressou sua satisfação com a morte de Nasrallah, afirmando que isso permitirá avançar na libertação de reféns israelenses em Gaza. Ele ressaltou a determinação de seu país em continuar atingindo seus inimigos e declarou que acertaram as contas com o responsável pelo assassinato de muitos israelenses e cidadãos de outros países.
Por outro lado, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comemorou a morte de Nasrallah, afirmando que o Hezbollah foi responsável pela morte de centenas de americanos em um longo período de terror, e que a morte do líder do grupo extremista é uma medida de justiça.
Já o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, destacou a trajetória de “mártir” de Nasrallah e garantiu apoio ao Hezbollah, ressaltando que todas as forças de resistência regional estão apoiando o grupo. O Irã inclusive pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para deter a agressão contínua de Israel e evitar uma guerra total na região.
Enquanto isso, grupos radicais como os Houthis, do Iêmen, e o Hamas, decretaram luto em solidariedade ao Hezbollah, mostrando a influência e o impacto do grupo extremista na região. A morte de Nasrallah certamente terá repercussões geopolíticas significativas no Oriente Médio e no mundo.