A defesa do policial sustentou que ele agiu em legítima defesa, alegando que reagiu a uma situação que considerou ameaçadora para sua vida. Os advogados do militar reforçaram que o cliente já havia recebido ameaças de morte, o que teria ocorrido na época do crime, quando o agente foi preso preventivamente juntamente com um colega para preservar as investigações em andamento.
Durante o desenrolar do processo, os advogados do PM afirmaram que ele seguiu os protocolos de segurança e pediram para que o caso fosse avaliado com base nos fatos reais, sem influências externas. Na época do incidente, o policial tinha apenas 22 anos e estava há seis meses atuando no patrulhamento de rua.
O crime teve início quando a polícia abordou Rogério, que estava em atitude suspeita dirigindo uma moto sem placa. Segundo as autoridades, o jovem não parou durante a abordagem e tentou derrubar uma das motos da patrulha durante uma perseguição.
Com a absolvição do policial militar, o caso levanta questionamentos sobre a atuação da polícia em situações de confronto e a necessidade de garantir a segurança dos agentes em suas atividades cotidianas. A decisão da Justiça Militar de absolver o PM reforça a importância de se analisar os fatos de cada caso com cautela, levando em consideração a legislação vigente e os direitos de todos os envolvidos.