Segundo informações divulgadas pelas autoridades locais, o navio enfrentou problemas ao tentar chegar à ilha de Moçambique, na província de Nampula. De acordo com Jaime Neto, secretário de Estado de Nampula, o barco estava superlotado e não era adequado para o transporte de passageiros, o que contribuiu para o trágico desfecho do naufrágio.
O desastre chocou a população local e levantou questões sobre a segurança marítima na região. A precariedade das condições do barco e a falta de fiscalização adequada são apontadas como fatores que contribuíram para a tragédia, que resultou na perda de dezenas de vidas.
Equipes de resgate foram mobilizadas para atuar no local do naufrágio, mas o cenário era desolador, com dezenas de corpos sendo retirados das águas. As famílias das vítimas estão em luto e clamam por justiça e medidas que evitem que tragédias como essa se repitam no futuro.
As autoridades locais afirmaram que estão investigando as causas do naufrágio e que medidas serão tomadas para garantir a segurança das embarcações que operam na região. A comunidade internacional também se solidarizou com as vítimas e ofereceu apoio para lidar com as consequências dessa tragédia.
O naufrágio nas costas de Moçambique deixou um saldo de morte e tristeza, mas também acendeu um alerta sobre a importância da segurança marítima e da regulamentação adequada do transporte aquático. A tragédia serve como um lembrete da fragilidade da vida humana e da necessidade de proteger aqueles que dependem do transporte marítimo para sobreviver.