O regime liderado por Nicolás Maduro completou 11 anos no poder, sucedendo Hugo Chávez em 2013. A reeleição de Maduro em 2018 foi alvo de críticas por parte da oposição, que boicotou a votação, assim como pela União Europeia e pelos Estados Unidos, que impuseram sanções ao país na tentativa de destituir Maduro do cargo.
Maduro afirmou que apenas sua vitória poderia garantir a paz no país, alertando para a possibilidade de conflitos e até mesmo de uma guerra civil caso não saísse vitorioso das eleições. Durante um discurso, ele ressaltou a importância de uma vitória contundente para assegurar a estabilidade da Venezuela.
Por outro lado, essa declaração foi duramente criticada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de tradicionalmente ser um aliado de Maduro. Lula afirmou a importância do respeito aos processos democráticos e aos resultados das eleições no país vizinho.
As eleições na Venezuela sempre geram controvérsias e são acompanhadas de perto pela comunidade internacional, dada a complexa situação política e econômica do país. O resultado das votações e as repercussões dos discursos dos líderes políticos podem ter efeitos significativos tanto dentro do país quanto no cenário global.






