Repórter São Paulo – SP – Brasil

Desmatamento e aquecimento global ameaçam floresta amazônica, aponta pesquisa da revista Nature, com propostas em análise para minimizar impactos.

Segundo uma pesquisa recente divulgada pela renomada revista Nature, a Amazônia está sob grave ameaça de perda de sua cobertura florestal. De acordo com o estudo, realizado por especialistas, cerca de 47% da Amazônia corre o risco de deixar de ser floresta até o ano de 2050, devido à combinação de fatores como o aquecimento global e o desmatamento desenfreado.

Essa preocupante perspectiva tem levado autoridades e legisladores a buscarem soluções para tentar reverter esse quadro alarmante. No âmbito da Comissão de Meio Ambiente, estão sendo analisadas propostas que poderiam contribuir significativamente para a preservação da Amazônia. Uma delas é a lei de diretrizes para os planos de adaptação à mudança do clima, de autoria da deputada Tabata Amaral, do PSB de São Paulo.

Além disso, outra proposta em destaque é a do senador Jorge Kajuru, também do PSB, de Goiás. O projeto de lei sugere a destinação de áreas rurais com floresta nativa que tenham sido alvo de queimadas ilegais para reflorestamento. Essas iniciativas buscam combater o desmatamento e promover a preservação ambiental na região da Amazônia, visando a redução dos impactos negativos do aquecimento global.

Diante da urgência e relevância do tema, é essencial que as medidas propostas sejam debatidas e implementadas o mais rápido possível, visando garantir a sustentabilidade e a preservação desse importante bioma. A Amazônia desempenha um papel fundamental no equilíbrio ambiental do planeta, e é responsabilidade de todos protegê-la e assegurar sua continuidade para as gerações futuras. O futuro da floresta Amazônica está em jogo, e é preciso agir com determinação e responsabilidade para garantir sua sobrevivência.

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