Édson dos Santos Almeida, pai do menino desaparecido, trabalha como barraqueiro na praia e estava acompanhando o filho durante o ocorrido. Ele relatou que o sumiço ocorreu quando o pequeno brincava com crianças estrangeiras na areia movimentada. Segundo seu depoimento, ele percebeu que Édson Davi havia desaparecido por volta das 16h50 ou 17h, enquanto estava atendendo um cliente.
Tanto o pai quanto a irmã da criança afirmaram que Édson Davi tinha medo de entrar no mar e sempre pedia permissão antes de se aproximar da água. Os bombeiros realizaram buscas no mar, mas nada foi encontrado. Antes de brincar na areia, a criança fez um lanche na barraca da família e até posou para um vídeo sorridente, de camisa térmica preta. A família reside na zona oeste da cidade e trabalha há três anos na barraca localizada nas proximidades do posto 4 da praia.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Descobertas de Paradeiros (DDPA) e o pai, apesar da angústia, mantém a esperança de que em breve terá notícias positivas sobre o paradeiro do filho. A busca por Édson Davi continua, e a polícia conta com a colaboração da população para obter informações que possam ajudar a esclarecer o ocorrido e encontrar o pequeno. Enquanto isso, a comunidade local se une na torcida e nas buscas pela criança desaparecida, na esperança de que ele seja encontrado são e salvo.
