Ao longo dos meses seguintes, as sessões legislativas foram marcadas por discussões acaloradas e projetos significativos. Em março, houve a aprovação do reajuste salarial de 2,16% para os servidores públicos municipais, sinalizando um compromisso com o funcionalismo da cidade. Já em maio, chamou a atenção o projeto que autorizou a adesão do município à privatização da Sabesp, além da ampliação dos cursos da Escola Municipal de Idiomas para toda a população.
Nos meses de junho e julho, as discussões se voltaram para os projetos urbanísticos de grande impacto, como a Operação Urbana Água Espraiada e o Plano de Intervenção Urbana Arco Pinheiros, que visam a reestruturação e melhoria do planejamento urbano da metrópole.
Além das pautas urbanas, a Câmara aprovou ajustes na Lei de Zoneamento e a criação do Parque Municipal do Bixiga, contribuindo para a preservação do patrimônio e para o desenvolvimento sustentável da cidade. Por fim, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2025 foi aprovada, com um orçamento previsto de R$ 119 bilhões para o próximo ano, refletindo os esforços do legislativo em garantir uma gestão financeira responsável e transparente.
Este semestre foi marcado por importantes conquistas e desafios para a Câmara Municipal de São Paulo, demonstrando a relevância do poder legislativo na construção de uma cidade mais justa e eficiente para todos os seus habitantes.